segunda-feira, maio 17, 2010

Pensamento do dia

Desejo que teu dia seja repleto de muita paz, saúde e que você possa, ao final do dia, agradecer por tudo que aconteceu e, não se aborreça, se algo não saiu como você planejou.
Rita Helena

sábado, maio 15, 2010

Retrato, a recordação eterna






Retrato, a recordação eterna

Andei pensando esses dias como o retrato é um instrumento fantástico. Ele registra as situações que você quer, quando quer e com quem quer. Fora os “paparazzi”.
Tenho muitas fotos guardadas. Às vezes, pego meu baú e coloco para fora vários álbuns. Ali dedico várias horas para recordar fotos da minha infância, meus pais, minha família. Depois de casada acumulei um acervo maior. A cada foto que revejo viajo àquela época, consigo visualizar a situação que gerou a foto. Tudo bem que, se morro de rir de rever fulano ou sicrano que hoje com a “experiência” acumulada, não dá para deixar de fazer um comentário cruel. “Puxa como fulano engordou”, “Como fulana envelheceu” e por aí vai. Oh! Língua felina.
Mas quando se revê as fotos dos filhos, dos sobrinhos em que se registrou a trajetória de cada um até os dias de hoje é muito gratificante. Alguns já estão formados, trabalhando, casados e com filhos.
E o tempo vai passando e as recordações através das fotos ficam mais presentes, deixando para trás o tempo que não volta mais e a saudade dos que já foram para a eternidade.
Rita Helena

sexta-feira, maio 14, 2010

Namoro canino frustado

A minha cadela Phoebs, hoje com 10 anos, estava perambulando de um lado para o outro da casa. Com a movimentação de cães no pedaço, não deu outra, a Phoebs está no cio. O que fazer??? O veterinário proibiu o cruzamento dela devido à idade. Seu ex-pretendente, um poodle de pelo caramelo e focinho cor de rosa estava no pedaço. E Eu sem poder fazer nada. Ela chorava do lado de dentro e ele chorava do lado de fora. Não tem quem aguente o mijão do poodle marcando o território, se mostrando e deixando a frente e o fundo da casa com odor insuportável de urina. De vez em quando, lavamos os locais para diminuir o assédio, inclusive de outros cães.
Fico sem poder ajudar. A Phoebs não aproveitou a juventude dela. Escolheu muito e o tempo passou. Das outras vezes que ela podia, inclusive com a autorização dos pais, esnobou o namorado. Agora, sinto muito, só “os minhocos” irão tirar proveito.

quinta-feira, maio 13, 2010

Indignação com a atitude de alguns policiais

Quando eu era criança ensinaram para mim que a polícia existe para proteger o cidadão, a comunidade, e que deveria sempre dar bons exemplos.
A gente cresce e percebe que lamentavelmente, as coisas nem sempre acontecem assim. O que tenho visto no meu dia a dia é bem diferente.
Tenho cruzado com viaturas da polícia em que o seu condutor tem cometido infrações graves, tais como dirigir pequenos trechos na contra mão, avançar sinais. É claro que não estou me referindo quando a polícia liga a sirene sinalizando que é necessário abrir caminho para ela passar. Quando isso acontece, dou passagem imediatamente, afinal foi assim que eu aprendi. São em momentos que não justificaria essa atitude da polícia.
A minha indignação aumenta quando estou acompanhada dos filhos jovens que já entendem qual é o papel da polícia e ficam escandalizados com esse comportamento da polícia. Aí vem a pergunta. Eles podem fazer isso? A minha resposta é negativa, e pelo tom da minha voz, fica transparente o meu constrangimento. Agente orienta os filhos de um jeito e os exemplos que eles assistem no dia a dia é completamente diferente.
É lamentável que as coisas aconteçam dessa forma....

quarta-feira, maio 12, 2010

Justiça seja feita, principalmente com os animais

A minha cadela Phoebs, é um poodle SRD (sem raça definida), ou melhor, uma linda Vira-lata branquinha com uma mancha preta nas costas, charmosa, esperta e temperamental.
A sua alimentação é a base de ração e evitamos dar qualquer outra coisa que possa causar danos a sua saúde. Desde pequena foi treinada a não “fazer as necessidades” em casa e sim do lado de fora na grama. Sempre que volta de rua ganha um bifinho como brinde por não ter sujado a área de serviço.
De uns tempos para cá, sempre que entro em casa ela me recebe com pulos de alegria como se dissesse “estou com saudades mamãe”, mas no fundo, no fundo é puro interesse pelo bifinho a que eu acostumei entregá-la quando chego em casa. Que frustração, interesseira como muitos....
Sempre que saímos de casa, isolamos a entrada dela para o restante da casa e no domingo passado esquecemo-nos de fazê-lo.
Há muito tempo ela não aprontava uma dessa, comeu quase todo o bolo que esqueci em cima da mesa na sala de jantar, que, diga-se de passagem, veio na minha farta e saborosa cesta de café da manhã que ganhei dos meus filhos em homenagem ao Dia das Mães. Ainda bem que eu comi do bolo, senão, eu acho que.... Deixa pra lá.
Quando retornamos do teatro, pelo comportamento dela, notamos que ela tinha feito alguma coisa de errado. Quando faz “M” ela muda de atitude e se esconde na sua casinha. Afinal aquele é o seu “quarto” e ninguém pode chegar perto sem pedir licença, estando certa ou não. Não se manifestou com a nossa chegada, como de costume. Deve ter pensado “fiz M...!!!”, “vou entrar no cacete!!!”.
Das outras vezes que ela fazia travessura, principalmente por ter mexido no lixo, era repreendida e posta de castigo na sua casinha.
Dessa vez, não foi diferente, ela sabia que tinha feito coisa errada e quando chegamos entrou na sua casinha e com olhar cabisbaixo não me encarava. Encontramos o pacote do bolo perto do sofá. Não pude agir como das outras vezes. Afinal quem deixou o bolo fora do lugar fui eu e ela só comeu porque estava disponível.
Depois que conversamos, ela prometeu não fazer mais isso e eu fingi que acreditei. Ah!!! Ah!!!!