Minha filha me inspirou a fazer esse post. Ela fez essa pergunta em seu blog.
Desde pequena nos é ensinado que a verdade faz parte da nossa vida e que deve ser encarada com muita responsabilidade. A mentira gera desconfiança em qualquer relacionamento, seja amoroso, de amizade, de trabalho e familiar.
Como o assunto é muito complexo, eu me questiono se for verdadeira com você mesma está sendo bom para você ou você está tentando acreditar nessa verdade? Porque é a verdade que você quer viver ou é a verdade que é conveniente ser vivida? Até que ponto essa verdade está sendo verdadeira? Ou estamos sendo mentirosos o tempo todo? Ufaaa!!!! Como é difícil esse assunto.
Acho que às vezes estamos lidando com “uma verdade” conveniente. Muitas vezes não se tem coragem de tomar atitudes acerca de um assunto por motivos religiosos, financeiros, familiares e tantos outros.
O que mais se vê por aí são pessoas que fazem questão de transmitir que está tudo muito bem consigo, mas no fundo, no fundo, aos poucos vai deixando transparecer que as coisas não vão tão bem como se gostaria que estivesse. Acho que aí está a mentira se sobressaindo à verdade. É um conflito muito intenso que se vive e convive. Afinal a pessoa acha que não é mentirosa e que não está se enganando.
Eu acho que essa mentira é vivida por opção pessoal consciente. Por mais que se seja contra mentiras ela fará parte da vida da pessoa por opção ou dependência. Logo, é muito importante procurar ajuda se não estiver apta a resolver sozinha esse conflito.
Temos o samba do ilustre Zeca Pagodinho que diz: “Deixa a vida me levar, vida leva eu.....”. Quantos não se comportam dessa forma?
A mentira está mais presente na vida das pessoas do que se pode imaginar.
Rita Helena Fragale
domingo, maio 23, 2010
sexta-feira, maio 21, 2010
A falta de atenção
Notei essa semana como sou distraída. Faço o mesmo percurso para o trabalho diariamente e todo dia me surpreendo com placas indicativas, construções e tantas outras coisas, que não tinha observado. Isso acontece com você? Tudo bem que, enquanto dirijo, não posso desviar a minha atenção para outros lugares, mas são coisas que em um dia eu vejo e outro não.
De repente me dou conta que o que eu observei num dia já existia há muito tempo.
Isso me fez pensar quantas situações acontecem no meu dia a dia que não dou a atenção que deveria dar? Quantas pessoas eu ignoro, sem perceber, por falta de atenção? Quantas coisas não percebi. Você já passou ou passa por isso?
Sinto que não faço isso de caso pensado. É inconsciente. A sensação que dá é que quando se entra no carro rumo a um destino o cérebro recebe comandos como de um GPS e vou que vou. Atribuo a isso a uma rotina que sou obrigada a me submeter, tendo em vista que horários e compromissos têm de ser cumpridos.
Vou tentar prestar mais atenção a partir de hoje.
Pense nisso um pouquinho.
Rita Helena Fragale
De repente me dou conta que o que eu observei num dia já existia há muito tempo.
Isso me fez pensar quantas situações acontecem no meu dia a dia que não dou a atenção que deveria dar? Quantas pessoas eu ignoro, sem perceber, por falta de atenção? Quantas coisas não percebi. Você já passou ou passa por isso?
Sinto que não faço isso de caso pensado. É inconsciente. A sensação que dá é que quando se entra no carro rumo a um destino o cérebro recebe comandos como de um GPS e vou que vou. Atribuo a isso a uma rotina que sou obrigada a me submeter, tendo em vista que horários e compromissos têm de ser cumpridos.
Vou tentar prestar mais atenção a partir de hoje.
Pense nisso um pouquinho.
Rita Helena Fragale
quarta-feira, maio 19, 2010
Fotos no meu blog
Pessoal, aprendi com a minha filha Paula, postar fotos no meu blog. Estou muito feliz e a partir de agora colocarei em prática o que eu aprendi. Aguardem.
segunda-feira, maio 17, 2010
Pensamento do dia
Desejo que teu dia seja repleto de muita paz, saúde e que você possa, ao final do dia, agradecer por tudo que aconteceu e, não se aborreça, se algo não saiu como você planejou.
Rita Helena
Rita Helena
sábado, maio 15, 2010
Retrato, a recordação eterna

Retrato, a recordação eterna
Andei pensando esses dias como o retrato é um instrumento fantástico. Ele registra as situações que você quer, quando quer e com quem quer. Fora os “paparazzi”.
Tenho muitas fotos guardadas. Às vezes, pego meu baú e coloco para fora vários álbuns. Ali dedico várias horas para recordar fotos da minha infância, meus pais, minha família. Depois de casada acumulei um acervo maior. A cada foto que revejo viajo àquela época, consigo visualizar a situação que gerou a foto. Tudo bem que, se morro de rir de rever fulano ou sicrano que hoje com a “experiência” acumulada, não dá para deixar de fazer um comentário cruel. “Puxa como fulano engordou”, “Como fulana envelheceu” e por aí vai. Oh! Língua felina.
Mas quando se revê as fotos dos filhos, dos sobrinhos em que se registrou a trajetória de cada um até os dias de hoje é muito gratificante. Alguns já estão formados, trabalhando, casados e com filhos.
E o tempo vai passando e as recordações através das fotos ficam mais presentes, deixando para trás o tempo que não volta mais e a saudade dos que já foram para a eternidade.
Rita Helena
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