Deixo aqui meus cumprimentos pela campanha contra o bullying que o Serginho Groisman está promovendo no seu programa Altas Horas, que vai ao ar na madrugada de domingo, pela Rede Globo de Televisão.
Esse tipo de agressão é mais freqüente em escolas seja pública ou particular. Se um grupo não vai com a cara de um colega, começa a partir daí, uma campanha para detonar aquela pessoa. Eles são cruéis. O alvo deles é a criança e o adolescente. O objetivo deles é causar contrangimentos às vítimas.
Já senti na pele, dentro da minha casa, o sofrimento que a minha filha passou pela rejeição de determinadas colegas no decorrer do seu curso fundamental. Graças a Deus essa fase passou. Se hoje em dia as escolas não estão preparadas, imagine há dez anos????
Os reflexos dessa imbecilidade são seriíssimos. Os traumas psicológicos advindos do bullying são significativos. As crianças e os jovens ficam tão perturbados com esse assédio que além de interromperem suas atividades escolares evitam sair de casa. Se isolam.
Acredito que a campanha educativa conscientize a sociedade e o governo no sentido de exterminar esse tipo de comportamento tão abominável.
Participe!!!! Denuncie!!!!
Rita Helena
Jornalista
quinta-feira, junho 24, 2010
quarta-feira, junho 23, 2010
Filha de peixe, peixinho é...
Minha filha Paula contou para mim um episódio que aconteceu com ela em Los Angeles, no sábado último.
Ela estava aguardando com o seu marido Nick do lado de fora de um restaurante por uma mesa para jantar. O Nick estava conversando com um dos seguranças e ela resolveu sentar em uma mureta próxima para aguardar e havia outras pessoas na mesma situação que eles.
Ela estava distraída mexendo em seu celular e de repente se aproximou um rapaz, com um amigo, com jeito paquerador e que quis puxar conversa com ela e ela não deu importância e retornou ao celular. O cara, metido, se apresentou, falou nome, nacionalidade, o enxerido era grego, mas falava inglês e insistia em conversar e a Paula dizia que não queria papo e que o marido dela não ia gostar nadinha daquela cena. Na cabeça daquele babaca ele achou que a Paula poderia ser garota de programa.
Agora cá pra nós o Nick é muito distraído. Ele e o segurança não notaram nada. Já pensou se fosse um seqüestro???? Não gosto nem de pensar....
Não satisfeito, o indivíduo começou a falar palavras impróprias e a Paula, filha de quem é, não perdeu tempo, retrucou o grego, falando com ele em português e o cara não entendeu nada. A Paula deu um pulo e quando ela levantou percebeu que o cara era um tampinha e ela partiu pra cima dele e agarrou as bolas dele e espremeu. Putz!!! Eu não queria estar na pele daquele grego abusado e sem noção. O cara gritou e o amigo dele o amparou.
Esse episódio me fez lembrar que quando eu tinha meus 15 anos e eu caminhava em Copacabana percebi que um indivíduo vinha em minha direção e, não sei se foi sexto sentido, eu me preveni e, foi a minha sorte, porque o homem veio para cima de mim com a intenção de passar a mão em mim, mas como eu estava atenta dei-lhe um murro que ele saiu sem rumo. Porrada!!!!
Rita Helena Fragale
Jornalista
Ela estava aguardando com o seu marido Nick do lado de fora de um restaurante por uma mesa para jantar. O Nick estava conversando com um dos seguranças e ela resolveu sentar em uma mureta próxima para aguardar e havia outras pessoas na mesma situação que eles.
Ela estava distraída mexendo em seu celular e de repente se aproximou um rapaz, com um amigo, com jeito paquerador e que quis puxar conversa com ela e ela não deu importância e retornou ao celular. O cara, metido, se apresentou, falou nome, nacionalidade, o enxerido era grego, mas falava inglês e insistia em conversar e a Paula dizia que não queria papo e que o marido dela não ia gostar nadinha daquela cena. Na cabeça daquele babaca ele achou que a Paula poderia ser garota de programa.
Agora cá pra nós o Nick é muito distraído. Ele e o segurança não notaram nada. Já pensou se fosse um seqüestro???? Não gosto nem de pensar....
Não satisfeito, o indivíduo começou a falar palavras impróprias e a Paula, filha de quem é, não perdeu tempo, retrucou o grego, falando com ele em português e o cara não entendeu nada. A Paula deu um pulo e quando ela levantou percebeu que o cara era um tampinha e ela partiu pra cima dele e agarrou as bolas dele e espremeu. Putz!!! Eu não queria estar na pele daquele grego abusado e sem noção. O cara gritou e o amigo dele o amparou.
Esse episódio me fez lembrar que quando eu tinha meus 15 anos e eu caminhava em Copacabana percebi que um indivíduo vinha em minha direção e, não sei se foi sexto sentido, eu me preveni e, foi a minha sorte, porque o homem veio para cima de mim com a intenção de passar a mão em mim, mas como eu estava atenta dei-lhe um murro que ele saiu sem rumo. Porrada!!!!
Rita Helena Fragale
Jornalista
terça-feira, junho 22, 2010
Academia em casa
Fui incumbida pela minha querida amiga Vera Pinheiro de ajudá-la a comprar uma esteira elétrica ou eletrônica para fazer exercícios físicos em casa. Ela está de saco cheio de ir à academia diariamente. Estou procurando e vou encontrar. Não posso desamparar minha amiga nesse momento.
Tentei convencê-la que ela deveria continuar freqüentando a academia, mas ela contou para mim que está estressada com essa rotina atual e como vai precisar se exercitar “ad eternum”, quer fazer os exercícios em casa. Como ela é determinada acho que a esteira não servirá de objeto de decoração.
Eu, também, não gosto de freqüentar academia, já entrei, já saí, já entrei, já saí. Há alguns anos meu marido comprou uma esteira, uma bicicleta e um aparelho para musculação. Só não foi utilizado como cabide porque está na área de lazer da casa.
Como eu não criei o hábito de fazer exercícios desde de jovem, hoje sinto na pele, ou melhor, no corpo todo. Dói a coluna, o ciático, as pernas. Hoje em dia preciso fazer exercícios e como não restou outra opção contratei um “personal trainer”.
Sugeri o “personal trainer” à Vera, mas ela disse que quer um somente após as 22 horas. Acho que vai ser difícil, mas.... Danadinha, hem!!!!
Cuidado mulher com o coração. Não abusa. Cuida bem dele, Ah!!! Ah!!!!
Amanhã mesmo vou sair em campo para encontrar a esteira para minha coleguinha.
Rita Helena
Jornalista
segunda-feira, junho 21, 2010
Brasil X Costa do Marfim
Assisti com meu marido e meus filhos Patrícia e Pedro Attílio o segundo jogo do Brasil da Copa do Mundo na casa dos meus cunhados Sonia e Carlos Alberto, para os íntimos, Beto, e para a sua netinha Carolina, de um ano e onze meses Bebeto.
Meu marido é fumante e desceu para fumar e nesse ínterim o Brasil fez o primeiro gol. Quando ele subiu eu e toda a população brasileira queria que ele não tivesse retornado.
Ele permaneceu conosco e desceu outra vez para fumar. O Brasil fez o segundo gol. Quando ele voltou só não o jogamos pela janela, porque havia grade. E aconteceu a mesma coisa com o terceiro gol. Vou esperar a Copa passar para retornar a campanha antifumo.
Eu desde sexta-feira arrisquei no trabalho que o placar do jogo entre Brasil e Costa do Marfim seria de 3 x 1. Acertei galera!!!! Não fiz bolão. Que peninha!!!!
Para as crianças não é boa opção ficar com os adultos “malucos” que gritam, tocam vuvuzelas, apitos, cada vez que o Brasil faz um gol, principalmente porque o Daniel estava gripadinho e indisposto.
Minha sogra, D. Yvette, fazia tricô e assistia ao jogo. Quando o Brasil fazia um gol e que todos gritavam ela gritava também. Ainda bem que ela não perdia ponto do seu tricô. É mestra no tricô e demais trabalhos manuais.
Se fosse comigo, seria um desastre!!! Estou tentando fazer uma meia para levar para a minha filha Paula, em Los Angeles, sempre que erro vou à casa da sogra para ela arrumar para mim. Acho que vou ter que mandar a meia depois pelos correios.
Hoje, aproveitei a ocasião e levei o tricô para ela consertar e no intervalo do jogo fiz umas carreirinhas para me acalmar e aguardar o segundo tempo do jogo.
O Beto torceu pelo Brasil com a camisa do Esporte Clube Noroeste de Bauru, fundado em 1910, que tem como lema "Não desisto nunca". Quer maior prova de fidelidade como essa??? Tudo bem que eles ainda aguardam ganhar um campeonato. Já pensou a festa que os fiéis torcedores farão???? Meus cumprimentos a todos os torcedores desse time pela lealdade. Aguardo o convite para a comemoração.
Lamentei muito a baixaria que alguns jogadores da Costa do Marfim aprontaram no decorrer do segundo tempo do jogo. Machucar jogadores adversários intencionalmente é covardia e antidesportivo.
Acho que o meu querido Dunga deveria ter substituído o Kaká e outros para preservar a Seleção Brasileira. Agora só resta continuar torcendo muiiiitooooo!!!
Espero que o Brasil continue se dando bem nos próximos jogos e que não entrem no esquema de outros jogadores adversários que utilizam o esporte para descarregar suas frustrações e angústias. Vão fazer isso na puta que pariu.
Rita Helena
Jornalista
Festa Junina na Paróquia
Nos dias 18 de 19 de junho a Paróquia Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa, localizada na Asa Norte, na Quadra 908 – atrás do Uniceub, em Brasília-DF, realizou a sua tradicional Festa Junina.
O nosso pároco Padre Luiz de Oliveira Campos aproveitou a ocasião para realizar com a festa junina mais um momento de confraternização com a comunidade.
Os paroquianos se organizam e dividem as tarefas para que a festa seja coroada de sucesso. O local e as barraquinhas são enfeitados com muito carinho por diversas equipes envolvidas na realização da festa.
Uns cuidam das comidas típicas, outros das delícias de milho, do cachorro quente, do quentão de vinho e de cachaça, dos doces e de bolos, do churrasquinho, das bebidas, do bazar, do som e da iluminação e da pescaria.
Eu fiquei na Barraca do Chocolate Quente e do Quentão, juntamente com as agentes da Pastoral da Saúde. Modéstia a parte, fazemos sucesso sempre.
Durante a festa foi feito leilão de diversos brindes doados à Paróquia por paroquianos, amigos e comerciantes da redondeza. O leilão foi coroado de descontração e sucesso, oportunidade que muitos participam da brincadeira com o objetivo de ajudar a Paróquia.
Uma lata de cerveja Skol que emite várias mensagens foi um brinde muito concorrido. Lembra da propaganda com “los hermanos argentinos”, pois é? É a própria. Foi surpreendente!!!!
A criançada ficou enlouquecida e foi difícil segurar, também a euforia dos pais. Só não sabemos até quando a pessoa que arrematou a latinha falante vai usufruir dessa façanha. Uma hora a bateria vai acabar. Valeu pela brincadeira.
Tudo estava muito gostoso e as crianças brincaram pra valer na pescaria.
A fogueira, além de fazer da minha imaginação figuras fantásticas, aqueceu os pares românticos que dela se aproximavam. Minha filha que sente muito frio não saiu de perto da fogueira.
Os fogos de artifício iluminavam o céu e se transformavam em figuras interessantes e coloridas. Foi fascinante!!!
Terminamos o primeiro dia da festa com sucesso e animadíssimos pela chegada do segundo dia que, por ser sábado teria mais público.
Graças a Deus a festa foi um sucesso.
Rita Helena Fragale
Jornalista
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