segunda-feira, junho 28, 2010

Passei a sacolinha

Fui almoçar no sábado último com o meu marido, meu cunhado Sergio, meu compadre Julio e alguns amigos. Como o Sidney não estava disposto naquele dia eles escolheram um restaurante mais próximo da minha casa.

Eu me atrasei, o que é raríssimo. O Sidney foi no carro dele na frente. Encontrei com eles lá.

O almoço foi regado a conversas sem eira nem beira. Foi ótimo. Bem descontraído.

Após o almoço eu tinha um compromisso e informei que ia embora. Um deles disse que eu tinha que pagar a minha conta e eu de imediato respondi que meu marido pagaria para mim. Houve protesto. “Vocês mulheres querem independência, mas na hora de pagar a conta o marido vai pagar, hem?”

Eu respondi que, meu marido pagar a conta faz parte do cavalheirismo e, que meu marido fazia questão de pagá-la para mim. Fiz uma careta para eles.

Atenção homens!!! A independência feminina diminuiu as obrigações dos homens. As mulheres hoje em dia compartilham tudo com os homens.

Bem, me despedi de todos e quando estava saindo do restaurante, lembrei que tinha que pagar o guardador de carros e que eu tinha esquecido o porta-moedas em casa na outra bolsa.

Retornei à mesa para pedir algumas moedas ao Sidney, que não tinha. Foi uma gargalhada geral. Porra!!! Você, além de querer que ele pague a conta ainda quer moedas para pagar o guardador de carros? Tive que passar a sacolinha para arrecadar moedas para pagar o guardador. Cara de pau a minha, hem!?!?! Cheguei lá fora e o guardador já tinha ido embora. Coitado!!!! O que você acha, eu voltei para devolver as moedas????

Rita Helena
Jornalista

domingo, junho 27, 2010

Argentina x México

Que decepção a arbitragem do jogo das oitavas de final da Copa do Mundo entre Argentina e México. Aquele juiz italiano é muito incompetente.

Até quando a Argentina vai se privilegiar com a má arbitragem. Puxa vida!!! O Tevez estava impedido.

Esses juízes precisam ser informados que a tecnologia está avançando e propicia a todos nós, em tempo real e, com precisão tudo que acontece no jogo.
Acho que esse fato desestruturou a seleção mexicana. Poderíamos ter dado ADEUS à Argentina.

Rita Helena
Jornalista

Trio Madeira Brasil no Clube do Choro

da esquerda: Maria do Carmo, Sergio, Carlos Alberto, Sonia, eu e Sidney

Tive o privilégio com meu marido Sidney, meus cunhados Sergio e Maria do Carmo, Sonia e Carlos Alberto de assistir na sexta-feira última a apresentação do Trio Madeira Brasil, no Clube do Choro, em Brasília-DF.

Na pesquisa que realizei encontrei que “O Trio Madeira Brasil é formado pelo bandolinista Ronaldo do Bandolim, pelos violonistas José Paulo Becker e Marcello Gonçalves. É considerado uma das melhores novidades da década de 90. Em 99, o Trio recebeu o Prêmio Sharp de Melhor Disco e Melhor Grupo por seu primeiro CD, Trio Madeira Brasil".(fonte: visite www.biscoitofino.com.br).

Meu cunhado Carlos Alberto é conhecedor e admirador de músicas desse gênero, dentre outros. Ele tem um acervo de se tirar o chapéu. Posso avisar que ele não empresta CD nem para a mãe dele.

Encontrei lá meu chefe Amaury Machado acompanhado da sua amada esposa Marise. Posso dizer que temos bom gosto!!! Só não pode virar rotina. Ele me atura a semana toda. Ah!!! Ah!!!

Encontrei lá, também, pessoas que marcaram encontro no Clube do Choro para conhecer os usuários de chapéu. A finalidade é criar o grupo “Chapelistas de Brasília”. Meu marido e meus cunhados marcaram presença. Visite o site (www.clubedochapeu@yahoogroups.com). Associe-se.

Assisti a primeira parte do show que foi espetacular. Músicas de Tom Jobim, Chico Buarque, Pixinguinha, Ernesto Nazaré, dentre outros mestres da MPB. Saí no início da segunda apresentação. Foi uma pena!!!

Meu marido "Oscar" estava indisposto e eu não poderia deixar de acompanhá-lo. Por ele, eu ficaria, afinal de contas, eu estava escoltada pelos meus cunhados. Fui e ele teria feito o mesmo por mim. Em alguns lugares, aonde vai a corda a caçamba vai junto.

Rita Helena
Jornalista

sexta-feira, junho 25, 2010

Brasil X Portugal








Fui assisti, mais uma vez, ao jogo entre Brasil e Portugal na casa dos meus sobrinhos Rafael e Flávia. Aproveitamos para almoçar após o jogo. O cardápio foi salada de verduras, lasanha à bolonheza, tambaqui assado, paela vegetariana, brócolis refogado e purê de batatas. Estava maravilhoso!!!!!!!

Durante o primeiro tempo achei que a seleção brasileira jogou mal. Senti que o time estava acomodado, afinal de contas, o empate era cômodo para eles. Já estavam classificados para a próxima etapa.

Quando encerrou o primeiro tempo sem gol, comecei a ficar preocupada e percebi que todos os presentes estavam desanimados. Não havia a euforia dos outros jogos que assistimos juntos.

Daniel e Carolina brincaram pra valer. O Daniel aprendeu a tocar a vuvuzela e estava ansioso para tocá-la após um gol. Que pena Daniel. Não foi ainda dessa vez.

As fotos por si só demonstram a animação que a galera manifestou durante esse jogo.

No transcorrer do segundo tempo fiquei tão nervosa que peguei emprestado os dedos na minha filha Patrícia para roer.

Haarrrr!!!! Ninguém merece!!!!! Quero gols. Muitos golsssssss!!!!!

Na minha casa assistiram ao jogo, meu filho Pedro Attílio, seu amigo e xará, minha mãe, as cuidadoras Bel e Hilda e a minha ajudante Val. Minha cadela Phoebs toda serelepe com o vestidinho verde e amarelo não ficou de fora.

Continuo na torcida no próximo jogo. O Brasil jogará contra o Chile.

Rita Helena
Jornalista

quinta-feira, junho 24, 2010

Bullying

Deixo aqui meus cumprimentos pela campanha contra o bullying que o Serginho Groisman está promovendo no seu programa Altas Horas, que vai ao ar na madrugada de domingo, pela Rede Globo de Televisão.

Esse tipo de agressão é mais freqüente em escolas seja pública ou particular. Se um grupo não vai com a cara de um colega, começa a partir daí, uma campanha para detonar aquela pessoa. Eles são cruéis. O alvo deles é a criança e o adolescente. O objetivo deles é causar contrangimentos às vítimas.

Já senti na pele, dentro da minha casa, o sofrimento que a minha filha passou pela rejeição de determinadas colegas no decorrer do seu curso fundamental. Graças a Deus essa fase passou. Se hoje em dia as escolas não estão preparadas, imagine há dez anos????

Os reflexos dessa imbecilidade são seriíssimos. Os traumas psicológicos advindos do bullying são significativos. As crianças e os jovens ficam tão perturbados com esse assédio que além de interromperem suas atividades escolares evitam sair de casa. Se isolam.

Acredito que a campanha educativa conscientize a sociedade e o governo no sentido de exterminar esse tipo de comportamento tão abominável.

Participe!!!! Denuncie!!!!

Rita Helena
Jornalista