domingo, fevereiro 06, 2011

Um café prá lá de especial

Rita Helena

Confraternizar é muito bom, seja no trabalho, seja com amigos, seja com familiares. Uma vez por mês, a equipe da Coordenação Geral de Compras do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE se encontra na sala de reunião para um especial café da manhã sortido de quitutes salgados e doces, acompanhados de sucos, achocolatados e café.

Cada um leva um prato e depois da mesa posta é difícil conter os excessos.















O Lopes, um dos bendito o fruto entre as mulheres(o dito sexo frágil aqui é predominante), na ausência do coordenador-geral, que está de férias, dirigiu algumas palavras aos colegas, manifestando a alegria e satisfação em reunir todos, naquele momento, para agradecer os resultados alcançados pela equipe e pela necessidade de manter a família CGCOM unida para o que der e vier.

Como de costume, os aniversariantes do mês de janeiro foram homenageados com direito a “Parabéns pra você.....” bolo de chocolate feito pelo André .

Antes de dar início ao café da manhã, os servidores que retornaram ao FNDE, e, os recém-chegados estagiários foram apresentados pela Leilane aos demais colegas, que foram acolhidos e inseridos na grande família da coordenação-geral.

Não dá pra negar que esses tipos de confraternização é muito bom pra todo mundo. Meu marido, o irmão e mais três amigos reúnem-se todos os sábados para um almoço. É a “Turma do Canil”. E, esse nome tem estória...

Algumas pessoas reúnem anualmente os colegas da faculdade, outras, do primeiro grau (ginasial, é vocabulário do século passado,não é o meu caso, Ha!!!!) e são amizades que perduram até hoje.

A minha sogra almoça uma vez por mês com os filhos. Já imaginou como ela se sente rodeada pelos seus filhotes???

Por isso eu acho que a confraternização é um momento de lazer e descontração muito saudável para qualquer grupo.

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Superação, um degrau de cada vez

Rita Helena

Os desafios e a superação caminham de mãos dadas.

O equilíbrio emocional e racional são almejados por todos nós, apesar das dificuldades encontradas no dia-a-dia.

Às vezes, os desafios entram em nossas vidas sem pedir licença e com toda ousadia nos incitam a um duelo. Não temos outra opção, senão, encará-los com bom humor, inteligência e paciência.

As dificuldades do dia-a-dia, nos leva a deparar com degraus curtos e longos, e cabe a cada um de nós superá-los com dignidade, para alcançarmos o nosso objetivo.

Quando alcançamos um resultado positivo em nossas ações, a satisfação do dever cumprido com amor, sabedoria, ética e humildade enche o nosso corpo e nossa alma de contentamento.

A realização pessoal e profissional andam lado-a-lado, proporcionando o nosso crescimento e estimulando a nossa superação.


quarta-feira, janeiro 12, 2011

O hábito do cachimbo deixa a boca torta

Rita Helena

A rotina cria vícios em nosso comportamento. Há quinze anos, eu faço o mesmo percurso para o meu trabalho.

Há alguns dias estou trabalhando em outro endereço, no Setor de Autarquias Sul. Preciso chegar até às 7 horas e trinta minutos para conseguir uma vaga.

Gostaria muito que os empresários da construção civil de Brasília, investissem em construções de edifícios-garagens.

Essa iniciativa traria mais conforto para a população e os condutores de veículos mal-educados não estacionariam seus carros atrás dos que perdem um tempão para conseguir uma vaga.

Em uma das minhas férias, na minha querida cidade do Rio de Janeiro, tive a oportunidade de estacionar o meu carro, em Copacabana, em um edifício-garagem em que os carros eram colocados em trilhos, em um elevador, e conduzidos a uma vaga, em um determinado andar. Super prático e eficaz.

Como a minha rotina mudou recentemente, tenho brigado diariamente com o meu relógio digital. O alarme toca às 6 horas da madrugada. Eu, sonolenta, aperto o botão do alarme e viro para o outro lado. O alarme toca mais umas três vezes até que eu me convença de que eu preciso levantar. O Tico e o Teco mandam um recado para mim: Helo!!! Acorda!!! A rotina mudou.

Hoje, entrei no carro, liguei o rádio para ouvir as notícias, como de costume, e de repente percebi que estava chegando no endereço antigo do meu trabalho.

Quando percebi o erro, procurei um retorno e me dirigi ao novo endereço do meu trabalho.

Realmente, o hábito do cachimbo deixa a boca torta.

quinta-feira, janeiro 06, 2011

As Super Poderosas em ação

Rita Helena





Há cerca de cinco anos trabalhei com duas colegas, que com o decorrer do tempo, as nossas relações tornaram-se cada vez mais solidificadas pela amizade, pela confiança, pela cumplicidade e pelo respeito.

Passamos a maior parte de nossas vidas no local de trabalho, por isso, com certeza, temos que nos relacionar bem com todos os colegas. Não dá pra negar que as identificações acontecem. Uns se dão mais com uns do que com os outros, mas o respeito e a educação têm que prevalecer.

Nós nos separamos no início deste ano, em decorrência das mudanças ocorridas na gestão do Vice-Presidente Michel Temer.

Cada uma seguiu o seu caminho. Eu retornei ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE, a Cassia ao Instituto Nacional de Seguridade Social - INSS e a Vera, após 37 anos de labuta, por enquanto, retornou ao lar, doce lar, porque ela surpreende.

No final do expediente, As Meninas Super Poderosas, como eu intitulei o trio, colocavam o papo em dia. Se uma demonstrava preocupação com um problema pessoal, as outras duas estavam ali para, se não tivesse condição de ajudar, pelo menos, ouvia com amor e paciência.

As Meninas Super Poderosas são três irmãs que unidas resolvem qualquer problema.

Somos três irmãs no plano divino e amigas no mundo terreno. Não há coisa mais gratificante que poder contar com uma amizade verdadeira.

Bem, não foi fácil batizar o trio. A Docinho é a Cassia, a Vera é a Florzinha e a Lindinha sobrou para mim.


Docinho


Florzinha



Lindinha


A amizade é o maior tesouro que se pode ter.

sábado, janeiro 01, 2011

Atitudes sem promessas

Rita Helena

Todo início do ano as pessoas fazem uma lista de projetos e promessas para cumprirem no ano novo.

Muitas vezes, agem pelo impulso, prometem mundos e fundos, e se frustram quando um ano chega ao final e não conseguiram cumprir todas as promessas.

Seria salutar, em vez de viver de promessas, viver de atitudes, encarar os obstáculos que aparecem no cotidiano com amor,sabedoria, coerência, paciência, bom humor e muita humildade.

A tarefa é árdua, é um exercício necessário para o crescimento do ser humano. Já parou para pensar se tudo que acontecesse em nossas vidas fossem realizadas pelo caminho mais fácil? E os desafios? Como superá-los? Onde fica a nossa capacidade de criar? Descascar abacaxis?

Mãos à obra. As adversidades existem, e cada um de nós tem o dever de superá-las.