As paróquias, os clubes e diversos outros lugares comemoram no mês de junho festas em homenagem aos Santo Antonio, São João e São Pedro. No nordeste do país as festas são tão importantes que é feriado nos dias 13, 24 e 29 de junho. As festas não têm hora para terminar. Alguns municípios fazem concurso para premiar a melhor quadrilha e a concorrência é intensa e eletrizante. A caracterização, a dança, o grupo, são avaliados por jurados qualificados.
Aqui em Brasília, a programação de festas juninas é intensa. Elas começam as sextas-feiras e terminam aos domingos. A animação que gira em torno de cada festa é muito cativante. É uma festa que dá muito trabalho, mas, pelo menos as festas juninas realizadas pelas paróquias, costumam ser preparadas pelos paroquianos que não medem esforços para que a festa seja animada, cheia de guloseimas típicas da ocasião. Muito forró, dança de quadrilha, fogueira, pescaria, bazar, o quentão e o chocolate quente (nesse friozinho, é bommmm!!!!),o cachorro quente e muitas e muitas outras delícias gastronômicas. Aproveite as festas na tua cidade.
Olha o Arraial aí gente!!!!
Rita Helena Fragale
Jornalista
segunda-feira, junho 07, 2010
quarta-feira, junho 02, 2010
O assédio do marketing por telefone
É insuportável ter que aturar atendentes de marketing telefonando para nossa casa, celular e até no trabalho.
Eles conseguem os nossos telefones e nos perturbam com a maior cara de pau. Já ofereci para alguns uma embalagem de óleo de peroba.
Telefonam procurando por nós como se fossem amigos. Não se identificam como deveriam e pedem confirmação de dados pessoais, que, uma pessoa em sã consciência não forneceria. Tome cuidado!!!! Eles tentam nos convencer de qualquer jeito.
Quando não confirmamos os dados solicitados eles insistem, tentando nos convencer que é rotina e, a comunicação fica mais intolerável pela utilização do vocabulário no gerundismo (vou estar confirmando... vou estar passando para o supervisor... e por aí vai).
Parece que fazem uma lavagem cerebral nesses profissionais. Esquecem de tudo que aprenderam e adquirem vícios de linguagem que causam estranheza aos nossos ouvidos.
Afinal de contas, o ditado “meu ouvido não é pinico” é muito apropriado para esses casos.
Rita Helena Fragale
Jornalista
Eles conseguem os nossos telefones e nos perturbam com a maior cara de pau. Já ofereci para alguns uma embalagem de óleo de peroba.
Telefonam procurando por nós como se fossem amigos. Não se identificam como deveriam e pedem confirmação de dados pessoais, que, uma pessoa em sã consciência não forneceria. Tome cuidado!!!! Eles tentam nos convencer de qualquer jeito.
Quando não confirmamos os dados solicitados eles insistem, tentando nos convencer que é rotina e, a comunicação fica mais intolerável pela utilização do vocabulário no gerundismo (vou estar confirmando... vou estar passando para o supervisor... e por aí vai).
Parece que fazem uma lavagem cerebral nesses profissionais. Esquecem de tudo que aprenderam e adquirem vícios de linguagem que causam estranheza aos nossos ouvidos.
Afinal de contas, o ditado “meu ouvido não é pinico” é muito apropriado para esses casos.
Rita Helena Fragale
Jornalista
quinta-feira, maio 27, 2010
Os pés merecem mais atenção
Decidi ter mais consideração com os meus pés e constatei que deveria dedicar mais atenção e tempo a eles. Vou ao salão de 15 em 15 dias para dar-lhes o que merecem. São colocados de molho, são aplicados esfoliante e creme hidratante. Que satisfação quando tudo termina.
Há tempos que não permito a utilização de lixa nos meus delicados pés. Notei que quanto mais usava lixa mais grossos ficavam. Conversando com algumas pessoas percebi que também aboliram a utilização de lixas. Hoje em dia, já se encontra cremes com ingredientes específicos para hidratar, deixando os pés macios e sedosos.
Penso muito nos meus pezinhos quando compro um calçado. Procuro pensar não só na beleza e cor do objeto e sim no conforto que ele causará, acomodando meus pés como eles merecem.
Já parou para pensar como nossos pés são verdadeiros super-heróis, sustentam nosso corpo, permitem que tenhamos um andar esbelto e nem sempre o recompensamos ao final do dia com um escalda-pés e cremes relaxantes.
Nos fins de semana os deixo bem à vontade. Ando descalça ou só de sandália.
Fica aqui uma dica: após hidratar os pés antes de dormir, use meia. Você poderá constatar os resultados em semanas.
Rita Helena
Jornalista
Há tempos que não permito a utilização de lixa nos meus delicados pés. Notei que quanto mais usava lixa mais grossos ficavam. Conversando com algumas pessoas percebi que também aboliram a utilização de lixas. Hoje em dia, já se encontra cremes com ingredientes específicos para hidratar, deixando os pés macios e sedosos.
Penso muito nos meus pezinhos quando compro um calçado. Procuro pensar não só na beleza e cor do objeto e sim no conforto que ele causará, acomodando meus pés como eles merecem.
Já parou para pensar como nossos pés são verdadeiros super-heróis, sustentam nosso corpo, permitem que tenhamos um andar esbelto e nem sempre o recompensamos ao final do dia com um escalda-pés e cremes relaxantes.
Nos fins de semana os deixo bem à vontade. Ando descalça ou só de sandália.
Fica aqui uma dica: após hidratar os pés antes de dormir, use meia. Você poderá constatar os resultados em semanas.
Rita Helena
Jornalista
terça-feira, maio 25, 2010
D. Maria, um exemplo a ser seguido
Há cerca de um mês, decidi que precisava emagrecer e fui a uma nutricionista. Já emagreci dois quilinhos. A minha luta ainda continua. Chegando ao consultório me deparei com uma senhora discreta, de voz calma, simpática e muito atenciosa. Fiquei encantada.
Estou falando da D. Maria Arminda Jacintho, nascida em Santos, SP, 70 anos, católica, mãe de três filhos, aposentada pelo INSS, atualmente residente em Brasília e trabalhando com muito amor, competência e simpatia.
Ela é santista de nascimento, mas viveu mais na cidade do Rio de Janeiro. É torcedora do flamengo, Snifff, Snifff - gostaria que fosse v a s c a í n a - é enfermeira, instrumentadora cirúrgica, trabalhou com médicos na especialidade de gastroenterologia.
Transferiu-se para Brasília, trabalhou como secretária por cinco anos em uma corretora e atualmente é secretária na Clínica de Nutrição Sarah Peres.
Sempre comprometida com o seu trabalho não deu muita importância a sua saúde e sofreu um infarto e logo depois foi vítima de uma trombose, causando-lhe paralisia no seu lado direito inteiro. Graças a Deus, recuperou-se, superando seus limites com determinação e fé para se livrar da cadeira de rodas.
D. Maria é uma mulher independente, mora sozinha, cheia de vida, alegre, competente, adora dançar, andar de bicicleta, e se precisar consegue pular um muro e subir em árvore. Parabéns, D. Maria!!!!! Que vergonha!!! Eu não sei subir em árvore.
Gente, quanta coisa D. Maria já viveu. Tenho certeza que muitas alegrias, tristezas, realizações e frustrações já fizeram parte da sua vida, mas ela demonstra ser uma pessoa abençoada por mostrar que é capaz de trabalhar, de se sustentar e de ser muito feliz.
Aqui e agora eu confesso uma coisa para você. Fiquei apaixonada pela D. Maria. Desejo do fundo do meu coração que ela permaneça gozando de muita saúde e que possa servir de exemplo para muitas Marias que por muito menos, desistem no primeiro tropeço.
Rita Helena Fragale
Jornalista
domingo, maio 23, 2010
"Essa mentira que você está vivendo... Como está?"
Minha filha me inspirou a fazer esse post. Ela fez essa pergunta em seu blog.
Desde pequena nos é ensinado que a verdade faz parte da nossa vida e que deve ser encarada com muita responsabilidade. A mentira gera desconfiança em qualquer relacionamento, seja amoroso, de amizade, de trabalho e familiar.
Como o assunto é muito complexo, eu me questiono se for verdadeira com você mesma está sendo bom para você ou você está tentando acreditar nessa verdade? Porque é a verdade que você quer viver ou é a verdade que é conveniente ser vivida? Até que ponto essa verdade está sendo verdadeira? Ou estamos sendo mentirosos o tempo todo? Ufaaa!!!! Como é difícil esse assunto.
Acho que às vezes estamos lidando com “uma verdade” conveniente. Muitas vezes não se tem coragem de tomar atitudes acerca de um assunto por motivos religiosos, financeiros, familiares e tantos outros.
O que mais se vê por aí são pessoas que fazem questão de transmitir que está tudo muito bem consigo, mas no fundo, no fundo, aos poucos vai deixando transparecer que as coisas não vão tão bem como se gostaria que estivesse. Acho que aí está a mentira se sobressaindo à verdade. É um conflito muito intenso que se vive e convive. Afinal a pessoa acha que não é mentirosa e que não está se enganando.
Eu acho que essa mentira é vivida por opção pessoal consciente. Por mais que se seja contra mentiras ela fará parte da vida da pessoa por opção ou dependência. Logo, é muito importante procurar ajuda se não estiver apta a resolver sozinha esse conflito.
Temos o samba do ilustre Zeca Pagodinho que diz: “Deixa a vida me levar, vida leva eu.....”. Quantos não se comportam dessa forma?
A mentira está mais presente na vida das pessoas do que se pode imaginar.
Rita Helena Fragale
Desde pequena nos é ensinado que a verdade faz parte da nossa vida e que deve ser encarada com muita responsabilidade. A mentira gera desconfiança em qualquer relacionamento, seja amoroso, de amizade, de trabalho e familiar.
Como o assunto é muito complexo, eu me questiono se for verdadeira com você mesma está sendo bom para você ou você está tentando acreditar nessa verdade? Porque é a verdade que você quer viver ou é a verdade que é conveniente ser vivida? Até que ponto essa verdade está sendo verdadeira? Ou estamos sendo mentirosos o tempo todo? Ufaaa!!!! Como é difícil esse assunto.
Acho que às vezes estamos lidando com “uma verdade” conveniente. Muitas vezes não se tem coragem de tomar atitudes acerca de um assunto por motivos religiosos, financeiros, familiares e tantos outros.
O que mais se vê por aí são pessoas que fazem questão de transmitir que está tudo muito bem consigo, mas no fundo, no fundo, aos poucos vai deixando transparecer que as coisas não vão tão bem como se gostaria que estivesse. Acho que aí está a mentira se sobressaindo à verdade. É um conflito muito intenso que se vive e convive. Afinal a pessoa acha que não é mentirosa e que não está se enganando.
Eu acho que essa mentira é vivida por opção pessoal consciente. Por mais que se seja contra mentiras ela fará parte da vida da pessoa por opção ou dependência. Logo, é muito importante procurar ajuda se não estiver apta a resolver sozinha esse conflito.
Temos o samba do ilustre Zeca Pagodinho que diz: “Deixa a vida me levar, vida leva eu.....”. Quantos não se comportam dessa forma?
A mentira está mais presente na vida das pessoas do que se pode imaginar.
Rita Helena Fragale
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