Recebemos em Brasília nesse fim de semana a equipe de vôlei masculino. Eles estão disputando o campeonato da Liga Mundial de Vôlei. A equipe adversária foi a Holanda. Eles disputarão com outras equipes participantes do campeonato, aqui no Brasil e no exterior.
Achei que a Confederação Nacional de Vôlei não foi feliz na escolha da empresa para a divulgação e venda dos ingressos desses jogos em Brasília. Foi oferecida ao público a opção de comprar ingressos via internet e telefone. Foi uma MERDA.
Deduz-se que seria muito rápida e organizada a retirada das entradas compradas pelo site divulgado. Ao contrário, foi caótico, desrespeitoso e totalmente desorganizado. Enfrentei fila de quase três horas num sol de rachar. Não teve protetor solar que resolvesse. Minha cútis não gostou nadinha dessa situação. Senti meus miolos fritando. Não havia no local ninguém da empresa para prestar esclarecimentos sobre o caos provocado por eles.
A minha maior indignação foi que havia somente dois guichês para o atendimento ao público que havia comprado os ingressos via internet ou por telefone. Desses dois, um foi destinado ao atendimento a idosos, gestantes e adultos acompanhados de crianças. O que apareceu de vovô de bengala para retirar ingressos para os netos e bisnetos eu perdi a conta. Isso é uma sacanagem. Exploração de idosos. Outros dois guichês foram destinados ao público que compraria ingressos a dinheiro. Acredite se quiser, essas pessoas compraram seus ingressos com mais agilidade que o pessoal que havia comprado pela internet. Quem comprou seus ingressos pela internet tinha que enfrentar a fila, se desistisse dela, não teria seu dinheiro de volta. Agora, os que compraram a dinheiro se quisessem desistir da compra poderiam abandonar a fila e mandar todos para a puta que pariu!!!!
A insatisfação não parou por aí. Quando cheguei ao ginásio com meu marido e filhos na hora do jogo encontrei outro caos. Não havia indicação para a entrada do público. Imagine um ginásio com várias entradas numeradas e as pessoas não sabiam qual portão deveriam entrar????
Depois de quebrar a cabeça, descobri que a minha entrada era pelo portão nove. Quando adentrei o estádio fui informada que poderia sentar em qualquer lugar porque a organização do evento assim determinou. Ora bolas!!!!! Comprei ingresso com lugar marcado e na hora do jogo a única opção que tive foi sentar em qualquer lugar, com vendedores ambulantes atrapalhando a minha visão.
Para minha frustração no primeiro dia do jogo o Brasil perdeu por três sets a zero. A Holanda levou a melhor. No segundo dia do jogo, as coisas aconteceram de forma bem diferente. O estacionamento estava iluminado, havia informação pelo alto-falante, indicando o portão que o público deveria se dirigir.
A emoção de assistir ao vivo o jogo de vôlei é indescritível. Na hora da audição do Hino Nacional eu fico arrepiada sempre. A equipe do Brasil começou muito bem e o jogo foi eletrizante. O público vibrante a cada pontuação do Brasil. Parecia que o ginásio vinha a baixo. O Brasil ganhou por três sets a um. Dessa vez a Holanda levou a pior.
Mandarei um e-mail para a Confederação Brasileira de Vôlei com as minhas críticas, desejando que eles adotem outros critérios para não causar danos a outros brasileiros que gostam de prestigiar o vôlei masculino.
Rita Helena Fragale
Jornalista
terça-feira, junho 15, 2010
segunda-feira, junho 07, 2010
Olha o Arraial aí gente!!!!!
As paróquias, os clubes e diversos outros lugares comemoram no mês de junho festas em homenagem aos Santo Antonio, São João e São Pedro. No nordeste do país as festas são tão importantes que é feriado nos dias 13, 24 e 29 de junho. As festas não têm hora para terminar. Alguns municípios fazem concurso para premiar a melhor quadrilha e a concorrência é intensa e eletrizante. A caracterização, a dança, o grupo, são avaliados por jurados qualificados.
Aqui em Brasília, a programação de festas juninas é intensa. Elas começam as sextas-feiras e terminam aos domingos. A animação que gira em torno de cada festa é muito cativante. É uma festa que dá muito trabalho, mas, pelo menos as festas juninas realizadas pelas paróquias, costumam ser preparadas pelos paroquianos que não medem esforços para que a festa seja animada, cheia de guloseimas típicas da ocasião. Muito forró, dança de quadrilha, fogueira, pescaria, bazar, o quentão e o chocolate quente (nesse friozinho, é bommmm!!!!),o cachorro quente e muitas e muitas outras delícias gastronômicas. Aproveite as festas na tua cidade.
Olha o Arraial aí gente!!!!
Rita Helena Fragale
Jornalista
Aqui em Brasília, a programação de festas juninas é intensa. Elas começam as sextas-feiras e terminam aos domingos. A animação que gira em torno de cada festa é muito cativante. É uma festa que dá muito trabalho, mas, pelo menos as festas juninas realizadas pelas paróquias, costumam ser preparadas pelos paroquianos que não medem esforços para que a festa seja animada, cheia de guloseimas típicas da ocasião. Muito forró, dança de quadrilha, fogueira, pescaria, bazar, o quentão e o chocolate quente (nesse friozinho, é bommmm!!!!),o cachorro quente e muitas e muitas outras delícias gastronômicas. Aproveite as festas na tua cidade.
Olha o Arraial aí gente!!!!
Rita Helena Fragale
Jornalista
quarta-feira, junho 02, 2010
O assédio do marketing por telefone
É insuportável ter que aturar atendentes de marketing telefonando para nossa casa, celular e até no trabalho.
Eles conseguem os nossos telefones e nos perturbam com a maior cara de pau. Já ofereci para alguns uma embalagem de óleo de peroba.
Telefonam procurando por nós como se fossem amigos. Não se identificam como deveriam e pedem confirmação de dados pessoais, que, uma pessoa em sã consciência não forneceria. Tome cuidado!!!! Eles tentam nos convencer de qualquer jeito.
Quando não confirmamos os dados solicitados eles insistem, tentando nos convencer que é rotina e, a comunicação fica mais intolerável pela utilização do vocabulário no gerundismo (vou estar confirmando... vou estar passando para o supervisor... e por aí vai).
Parece que fazem uma lavagem cerebral nesses profissionais. Esquecem de tudo que aprenderam e adquirem vícios de linguagem que causam estranheza aos nossos ouvidos.
Afinal de contas, o ditado “meu ouvido não é pinico” é muito apropriado para esses casos.
Rita Helena Fragale
Jornalista
Eles conseguem os nossos telefones e nos perturbam com a maior cara de pau. Já ofereci para alguns uma embalagem de óleo de peroba.
Telefonam procurando por nós como se fossem amigos. Não se identificam como deveriam e pedem confirmação de dados pessoais, que, uma pessoa em sã consciência não forneceria. Tome cuidado!!!! Eles tentam nos convencer de qualquer jeito.
Quando não confirmamos os dados solicitados eles insistem, tentando nos convencer que é rotina e, a comunicação fica mais intolerável pela utilização do vocabulário no gerundismo (vou estar confirmando... vou estar passando para o supervisor... e por aí vai).
Parece que fazem uma lavagem cerebral nesses profissionais. Esquecem de tudo que aprenderam e adquirem vícios de linguagem que causam estranheza aos nossos ouvidos.
Afinal de contas, o ditado “meu ouvido não é pinico” é muito apropriado para esses casos.
Rita Helena Fragale
Jornalista
quinta-feira, maio 27, 2010
Os pés merecem mais atenção
Decidi ter mais consideração com os meus pés e constatei que deveria dedicar mais atenção e tempo a eles. Vou ao salão de 15 em 15 dias para dar-lhes o que merecem. São colocados de molho, são aplicados esfoliante e creme hidratante. Que satisfação quando tudo termina.
Há tempos que não permito a utilização de lixa nos meus delicados pés. Notei que quanto mais usava lixa mais grossos ficavam. Conversando com algumas pessoas percebi que também aboliram a utilização de lixas. Hoje em dia, já se encontra cremes com ingredientes específicos para hidratar, deixando os pés macios e sedosos.
Penso muito nos meus pezinhos quando compro um calçado. Procuro pensar não só na beleza e cor do objeto e sim no conforto que ele causará, acomodando meus pés como eles merecem.
Já parou para pensar como nossos pés são verdadeiros super-heróis, sustentam nosso corpo, permitem que tenhamos um andar esbelto e nem sempre o recompensamos ao final do dia com um escalda-pés e cremes relaxantes.
Nos fins de semana os deixo bem à vontade. Ando descalça ou só de sandália.
Fica aqui uma dica: após hidratar os pés antes de dormir, use meia. Você poderá constatar os resultados em semanas.
Rita Helena
Jornalista
Há tempos que não permito a utilização de lixa nos meus delicados pés. Notei que quanto mais usava lixa mais grossos ficavam. Conversando com algumas pessoas percebi que também aboliram a utilização de lixas. Hoje em dia, já se encontra cremes com ingredientes específicos para hidratar, deixando os pés macios e sedosos.
Penso muito nos meus pezinhos quando compro um calçado. Procuro pensar não só na beleza e cor do objeto e sim no conforto que ele causará, acomodando meus pés como eles merecem.
Já parou para pensar como nossos pés são verdadeiros super-heróis, sustentam nosso corpo, permitem que tenhamos um andar esbelto e nem sempre o recompensamos ao final do dia com um escalda-pés e cremes relaxantes.
Nos fins de semana os deixo bem à vontade. Ando descalça ou só de sandália.
Fica aqui uma dica: após hidratar os pés antes de dormir, use meia. Você poderá constatar os resultados em semanas.
Rita Helena
Jornalista
terça-feira, maio 25, 2010
D. Maria, um exemplo a ser seguido
Há cerca de um mês, decidi que precisava emagrecer e fui a uma nutricionista. Já emagreci dois quilinhos. A minha luta ainda continua. Chegando ao consultório me deparei com uma senhora discreta, de voz calma, simpática e muito atenciosa. Fiquei encantada.
Estou falando da D. Maria Arminda Jacintho, nascida em Santos, SP, 70 anos, católica, mãe de três filhos, aposentada pelo INSS, atualmente residente em Brasília e trabalhando com muito amor, competência e simpatia.
Ela é santista de nascimento, mas viveu mais na cidade do Rio de Janeiro. É torcedora do flamengo, Snifff, Snifff - gostaria que fosse v a s c a í n a - é enfermeira, instrumentadora cirúrgica, trabalhou com médicos na especialidade de gastroenterologia.
Transferiu-se para Brasília, trabalhou como secretária por cinco anos em uma corretora e atualmente é secretária na Clínica de Nutrição Sarah Peres.
Sempre comprometida com o seu trabalho não deu muita importância a sua saúde e sofreu um infarto e logo depois foi vítima de uma trombose, causando-lhe paralisia no seu lado direito inteiro. Graças a Deus, recuperou-se, superando seus limites com determinação e fé para se livrar da cadeira de rodas.
D. Maria é uma mulher independente, mora sozinha, cheia de vida, alegre, competente, adora dançar, andar de bicicleta, e se precisar consegue pular um muro e subir em árvore. Parabéns, D. Maria!!!!! Que vergonha!!! Eu não sei subir em árvore.
Gente, quanta coisa D. Maria já viveu. Tenho certeza que muitas alegrias, tristezas, realizações e frustrações já fizeram parte da sua vida, mas ela demonstra ser uma pessoa abençoada por mostrar que é capaz de trabalhar, de se sustentar e de ser muito feliz.
Aqui e agora eu confesso uma coisa para você. Fiquei apaixonada pela D. Maria. Desejo do fundo do meu coração que ela permaneça gozando de muita saúde e que possa servir de exemplo para muitas Marias que por muito menos, desistem no primeiro tropeço.
Rita Helena Fragale
Jornalista
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