terça-feira, junho 22, 2010

Academia em casa



Fui incumbida pela minha querida amiga Vera Pinheiro de ajudá-la a comprar uma esteira elétrica ou eletrônica para fazer exercícios físicos em casa. Ela está de saco cheio de ir à academia diariamente. Estou procurando e vou encontrar. Não posso desamparar minha amiga nesse momento.

Tentei convencê-la que ela deveria continuar freqüentando a academia, mas ela contou para mim que está estressada com essa rotina atual e como vai precisar se exercitar “ad eternum”, quer fazer os exercícios em casa. Como ela é determinada acho que a esteira não servirá de objeto de decoração.

Eu, também, não gosto de freqüentar academia, já entrei, já saí, já entrei, já saí. Há alguns anos meu marido comprou uma esteira, uma bicicleta e um aparelho para musculação. Só não foi utilizado como cabide porque está na área de lazer da casa.

Como eu não criei o hábito de fazer exercícios desde de jovem, hoje sinto na pele, ou melhor, no corpo todo. Dói a coluna, o ciático, as pernas. Hoje em dia preciso fazer exercícios e como não restou outra opção contratei um “personal trainer”.

Sugeri o “personal trainer” à Vera, mas ela disse que quer um somente após as 22 horas. Acho que vai ser difícil, mas.... Danadinha, hem!!!!

Cuidado mulher com o coração. Não abusa. Cuida bem dele, Ah!!! Ah!!!!

Amanhã mesmo vou sair em campo para encontrar a esteira para minha coleguinha.

Rita Helena
Jornalista

segunda-feira, junho 21, 2010

Brasil X Costa do Marfim







Assisti com meu marido e meus filhos Patrícia e Pedro Attílio o segundo jogo do Brasil da Copa do Mundo na casa dos meus cunhados Sonia e Carlos Alberto, para os íntimos, Beto, e para a sua netinha Carolina, de um ano e onze meses Bebeto.

Meu marido é fumante e desceu para fumar e nesse ínterim o Brasil fez o primeiro gol. Quando ele subiu eu e toda a população brasileira queria que ele não tivesse retornado.

Ele permaneceu conosco e desceu outra vez para fumar. O Brasil fez o segundo gol. Quando ele voltou só não o jogamos pela janela, porque havia grade. E aconteceu a mesma coisa com o terceiro gol. Vou esperar a Copa passar para retornar a campanha antifumo.

Eu desde sexta-feira arrisquei no trabalho que o placar do jogo entre Brasil e Costa do Marfim seria de 3 x 1. Acertei galera!!!! Não fiz bolão. Que peninha!!!!

Para as crianças não é boa opção ficar com os adultos “malucos” que gritam, tocam vuvuzelas, apitos, cada vez que o Brasil faz um gol, principalmente porque o Daniel estava gripadinho e indisposto.

Minha sogra, D. Yvette, fazia tricô e assistia ao jogo. Quando o Brasil fazia um gol e que todos gritavam ela gritava também. Ainda bem que ela não perdia ponto do seu tricô. É mestra no tricô e demais trabalhos manuais.

Se fosse comigo, seria um desastre!!! Estou tentando fazer uma meia para levar para a minha filha Paula, em Los Angeles, sempre que erro vou à casa da sogra para ela arrumar para mim. Acho que vou ter que mandar a meia depois pelos correios.

Hoje, aproveitei a ocasião e levei o tricô para ela consertar e no intervalo do jogo fiz umas carreirinhas para me acalmar e aguardar o segundo tempo do jogo.

O Beto torceu pelo Brasil com a camisa do Esporte Clube Noroeste de Bauru, fundado em 1910, que tem como lema "Não desisto nunca". Quer maior prova de fidelidade como essa??? Tudo bem que eles ainda aguardam ganhar um campeonato. Já pensou a festa que os fiéis torcedores farão???? Meus cumprimentos a todos os torcedores desse time pela lealdade. Aguardo o convite para a comemoração.

Lamentei muito a baixaria que alguns jogadores da Costa do Marfim aprontaram no decorrer do segundo tempo do jogo. Machucar jogadores adversários intencionalmente é covardia e antidesportivo.

Acho que o meu querido Dunga deveria ter substituído o Kaká e outros para preservar a Seleção Brasileira. Agora só resta continuar torcendo muiiiitooooo!!!

Espero que o Brasil continue se dando bem nos próximos jogos e que não entrem no esquema de outros jogadores adversários que utilizam o esporte para descarregar suas frustrações e angústias. Vão fazer isso na puta que pariu.

Rita Helena
Jornalista

Festa Junina na Paróquia







Nos dias 18 de 19 de junho a Paróquia Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa, localizada na Asa Norte, na Quadra 908 – atrás do Uniceub, em Brasília-DF, realizou a sua tradicional Festa Junina.

O nosso pároco Padre Luiz de Oliveira Campos aproveitou a ocasião para realizar com a festa junina mais um momento de confraternização com a comunidade.

Os paroquianos se organizam e dividem as tarefas para que a festa seja coroada de sucesso. O local e as barraquinhas são enfeitados com muito carinho por diversas equipes envolvidas na realização da festa.

Uns cuidam das comidas típicas, outros das delícias de milho, do cachorro quente, do quentão de vinho e de cachaça, dos doces e de bolos, do churrasquinho, das bebidas, do bazar, do som e da iluminação e da pescaria.

Eu fiquei na Barraca do Chocolate Quente e do Quentão, juntamente com as agentes da Pastoral da Saúde. Modéstia a parte, fazemos sucesso sempre.

Durante a festa foi feito leilão de diversos brindes doados à Paróquia por paroquianos, amigos e comerciantes da redondeza. O leilão foi coroado de descontração e sucesso, oportunidade que muitos participam da brincadeira com o objetivo de ajudar a Paróquia.

Uma lata de cerveja Skol que emite várias mensagens foi um brinde muito concorrido. Lembra da propaganda com “los hermanos argentinos”, pois é? É a própria. Foi surpreendente!!!!

A criançada ficou enlouquecida e foi difícil segurar, também a euforia dos pais. Só não sabemos até quando a pessoa que arrematou a latinha falante vai usufruir dessa façanha. Uma hora a bateria vai acabar. Valeu pela brincadeira.

Tudo estava muito gostoso e as crianças brincaram pra valer na pescaria.
A fogueira, além de fazer da minha imaginação figuras fantásticas, aqueceu os pares românticos que dela se aproximavam. Minha filha que sente muito frio não saiu de perto da fogueira.

Os fogos de artifício iluminavam o céu e se transformavam em figuras interessantes e coloridas. Foi fascinante!!!

Terminamos o primeiro dia da festa com sucesso e animadíssimos pela chegada do segundo dia que, por ser sábado teria mais público.

Graças a Deus a festa foi um sucesso.

Rita Helena Fragale
Jornalista

quarta-feira, junho 16, 2010

Brasil rumo ao Hexa




O Brasil parou ontem para assistir o primeiro jogo na Copa do Mundo. O nosso adversário foi a Coréia do Norte.

A Copa do Mundo é tão contagiante que tenho vontade de comprar tudo que vejo pela frente. Entrei em uma loja que tinha uma variedade monstruosa de produtos que fiquei indecisa para escolher um adorno. Comprei uma peruca, que cá pra nós, fiquei com medo de assustar as crianças. Levei também estalinho, cornetas pequenas menos barulhentas e bandeirinhas do Brasil.

Enfeitei a minha casa com as bandeirinhas e deixei meu filho Pedro Attílio de 14 anos com alguns amigos e o primo João Anacleto. Fui literalmente convidada a me retirar. Que mundo que nós estamos???? Deixei pipoca e refrigerante para eles saborearem durante o jogo, além de confetes e cornetas à moda africana. Coitado dos vizinhos e dos animais!!! A minha cadela Phoebs odeia fogos de artifício. Ela entra na sua casa e se tivesse portinha ela trancaria a sete chaves.

Fui assistir ao jogo com minha filha Patrícia, na casa da minha sobrinha, que é casada e mãe de dois filhos pequenos. Ela reuniu familiares e amigos. Fui recebida pelas crianças e passei no teste. As crianças não gritaram e não saíram correndo.

O jogo causa em mim agitação, tensão e ansiedade. Quando o time brasileiro entrou em campo a emoção tomou conta de mim e de toda a galera. O Hino Nacional foi cantado com todo respeito e regado de muita emoção. Minha sogra, 81, destacou-se quando com a mão no peito acompanhou o Hino à moda antiga.

No decorrer do jogo cada um teve uma reação. Uns gritavam, outros xingavam, outros riam de nervoso, outros torciam contra. Quando o Brasil fez o primeiro gol a euforia tomou conta de todos. Pulos pra cá, abraços pra lá e a torcida continuou firme.

O Brasil venceu o jogo por 2 x 1. Aguardo agora o próximo jogo com muito otimismo e aguardando todas as emoções.

Confira pelas fotos.

Rita Helena
Jornalista

terça-feira, junho 15, 2010

Vôlei masculino em Brasília

Recebemos em Brasília nesse fim de semana a equipe de vôlei masculino. Eles estão disputando o campeonato da Liga Mundial de Vôlei. A equipe adversária foi a Holanda. Eles disputarão com outras equipes participantes do campeonato, aqui no Brasil e no exterior.

Achei que a Confederação Nacional de Vôlei não foi feliz na escolha da empresa para a divulgação e venda dos ingressos desses jogos em Brasília. Foi oferecida ao público a opção de comprar ingressos via internet e telefone. Foi uma MERDA.

Deduz-se que seria muito rápida e organizada a retirada das entradas compradas pelo site divulgado. Ao contrário, foi caótico, desrespeitoso e totalmente desorganizado. Enfrentei fila de quase três horas num sol de rachar. Não teve protetor solar que resolvesse. Minha cútis não gostou nadinha dessa situação. Senti meus miolos fritando. Não havia no local ninguém da empresa para prestar esclarecimentos sobre o caos provocado por eles.

A minha maior indignação foi que havia somente dois guichês para o atendimento ao público que havia comprado os ingressos via internet ou por telefone. Desses dois, um foi destinado ao atendimento a idosos, gestantes e adultos acompanhados de crianças. O que apareceu de vovô de bengala para retirar ingressos para os netos e bisnetos eu perdi a conta. Isso é uma sacanagem. Exploração de idosos. Outros dois guichês foram destinados ao público que compraria ingressos a dinheiro. Acredite se quiser, essas pessoas compraram seus ingressos com mais agilidade que o pessoal que havia comprado pela internet. Quem comprou seus ingressos pela internet tinha que enfrentar a fila, se desistisse dela, não teria seu dinheiro de volta. Agora, os que compraram a dinheiro se quisessem desistir da compra poderiam abandonar a fila e mandar todos para a puta que pariu!!!!

A insatisfação não parou por aí. Quando cheguei ao ginásio com meu marido e filhos na hora do jogo encontrei outro caos. Não havia indicação para a entrada do público. Imagine um ginásio com várias entradas numeradas e as pessoas não sabiam qual portão deveriam entrar????

Depois de quebrar a cabeça, descobri que a minha entrada era pelo portão nove. Quando adentrei o estádio fui informada que poderia sentar em qualquer lugar porque a organização do evento assim determinou. Ora bolas!!!!! Comprei ingresso com lugar marcado e na hora do jogo a única opção que tive foi sentar em qualquer lugar, com vendedores ambulantes atrapalhando a minha visão.

Para minha frustração no primeiro dia do jogo o Brasil perdeu por três sets a zero. A Holanda levou a melhor. No segundo dia do jogo, as coisas aconteceram de forma bem diferente. O estacionamento estava iluminado, havia informação pelo alto-falante, indicando o portão que o público deveria se dirigir.

A emoção de assistir ao vivo o jogo de vôlei é indescritível. Na hora da audição do Hino Nacional eu fico arrepiada sempre. A equipe do Brasil começou muito bem e o jogo foi eletrizante. O público vibrante a cada pontuação do Brasil. Parecia que o ginásio vinha a baixo. O Brasil ganhou por três sets a um. Dessa vez a Holanda levou a pior.

Mandarei um e-mail para a Confederação Brasileira de Vôlei com as minhas críticas, desejando que eles adotem outros critérios para não causar danos a outros brasileiros que gostam de prestigiar o vôlei masculino.
Rita Helena Fragale
Jornalista