Rita Helena
Todo início do ano as pessoas fazem uma lista de projetos e promessas para cumprirem no ano novo.
Muitas vezes, agem pelo impulso, prometem mundos e fundos, e se frustram quando um ano chega ao final e não conseguiram cumprir todas as promessas.
Seria salutar, em vez de viver de promessas, viver de atitudes, encarar os obstáculos que aparecem no cotidiano com amor,sabedoria, coerência, paciência, bom humor e muita humildade.
A tarefa é árdua, é um exercício necessário para o crescimento do ser humano. Já parou para pensar se tudo que acontecesse em nossas vidas fossem realizadas pelo caminho mais fácil? E os desafios? Como superá-los? Onde fica a nossa capacidade de criar? Descascar abacaxis?
Mãos à obra. As adversidades existem, e cada um de nós tem o dever de superá-las.
sábado, janeiro 01, 2011
quinta-feira, dezembro 30, 2010
O tempo voa....
O tempo voa.... e nós pegamos carona.
A rotina diária toma conta de nossas vidas de forma que o ano inicia e termina e não nos damos conta.
Viver em cidades pequenas têm a sua vantagem. A rotina é mais branda e as pessoas conseguem aproveitar melhor a vida. A sensação é que sobra tempo antes do final do dia.
Pequenas cidades propiciam lazeres simples, mas muito saudável, como por exemplo, encontrar os amigos na praça, ver a paisagem, pescar, rolar na grama. É tudo de bom!!!
O mesmo não posso dizer em relação a vida nas cidades grandes. Muitas vezes, parece que os dias não comportam todas as atividades que programamos.
Acorda cedo, toma café, faz ginástica, orienta a empregada, sai para o trabalho, volta para casa, curte os filhos, o marido e a cachorra, e quando olha para o relógio, uau!!! quase meia-noite. Hi!!! preciso tomar banho antes da Cinderela se transformar em Gata Borralheira.
Assim, o tempo voa, e muitas vezes deixamos de dar atenção a milhões de outras coisas que são de extrema importância para a família, para o corpo e a mente, para o trabalho, amigos e parentes.
Estamos chegando ao final de mais um ano.
Acho que temos que agradecer todos os momentos de nossas vidas. Tenham sido eles bons ou maus. Quanto aos bons, damos glória, e quanto aos maus, só nos resta aprender com os erros.
Quando as coisas que não acontecem como gostaríamos, não significam que tenham sido erradas, mas inadequadas para aquela ocasião.
E assim aprendemos, amamos, sofremos, caímos, levantamos, crescemos e, o tempo não perdoa, continua passando na mesma velocidade, ano após ano. Nós é que achamos que o tempo voa...
A rotina diária toma conta de nossas vidas de forma que o ano inicia e termina e não nos damos conta.
Viver em cidades pequenas têm a sua vantagem. A rotina é mais branda e as pessoas conseguem aproveitar melhor a vida. A sensação é que sobra tempo antes do final do dia.
Pequenas cidades propiciam lazeres simples, mas muito saudável, como por exemplo, encontrar os amigos na praça, ver a paisagem, pescar, rolar na grama. É tudo de bom!!!
O mesmo não posso dizer em relação a vida nas cidades grandes. Muitas vezes, parece que os dias não comportam todas as atividades que programamos.
Acorda cedo, toma café, faz ginástica, orienta a empregada, sai para o trabalho, volta para casa, curte os filhos, o marido e a cachorra, e quando olha para o relógio, uau!!! quase meia-noite. Hi!!! preciso tomar banho antes da Cinderela se transformar em Gata Borralheira.
Assim, o tempo voa, e muitas vezes deixamos de dar atenção a milhões de outras coisas que são de extrema importância para a família, para o corpo e a mente, para o trabalho, amigos e parentes.
Estamos chegando ao final de mais um ano.
Acho que temos que agradecer todos os momentos de nossas vidas. Tenham sido eles bons ou maus. Quanto aos bons, damos glória, e quanto aos maus, só nos resta aprender com os erros.
Quando as coisas que não acontecem como gostaríamos, não significam que tenham sido erradas, mas inadequadas para aquela ocasião.
E assim aprendemos, amamos, sofremos, caímos, levantamos, crescemos e, o tempo não perdoa, continua passando na mesma velocidade, ano após ano. Nós é que achamos que o tempo voa...
segunda-feira, dezembro 27, 2010
Sem tempo para pensar
As festividades de final de ano me deixam louquinha. É uma correria incrível.
Não consigo nem chegar perto do meu computador.
A obra da minha casa está paralisada. Estou quase surtando.
Voltarei em breve.
Aguardem!!!
Não consigo nem chegar perto do meu computador.
A obra da minha casa está paralisada. Estou quase surtando.
Voltarei em breve.
Aguardem!!!
quinta-feira, dezembro 09, 2010
Dependência... Comodismo
Rita Helena
Muitas pessoas utilizam terceiros para justificar um certo comodismo sobre suas atitudes.
Cá pra nós, é muito mais fácil deixar de fazer qualquer coisa, porque uma outra pessoa, seja marido, ou irmã, ou filho, ou mulher, ou namorado se manifeste para impedir que se faça aquela tarefa, mesmo sabendo que será melhor para todos.
Estou me referindo a trabalho. Muitas mulheres deixam de trabalhar, deixam de receber o seu salário, porque o marido não deixa. Muitas se acomodam e se sujeitam a receber migalhas a receber seu dinheiro como fruto do seu trabalho.
É uma pena, que esses fatos ocorram mais com famílias em que haja mais necessidade que todos os membros da família trabalhem, para terem uma condição de vida digna, capaz de atender as mínimas necessidades do ser humano.
A classe média tem outro comportamento. Todos trabalham, todos ajudam nas despesas da casa, proporcionando satisfação pessoal e profissional, além da independência econômica.
Estou impressionada com a dificuldade que estou encontrando para contratar uma cuidadora de idosa para minha mãe, e, uma empregada doméstica para cobrir as férias da minha ajudante. É impressionante a minha labuta!!!!
Elas nunca podem decidir sozinhas. Precisam sempre consultar o marido, ou o periquito, ou o cachorro, ou papagaio, para poder bater o martelo e aceitar uma proposta de trabalho. O que eu não consigo conceber é o fato de que a renda da família aumentaria, melhorando em todos os sentidos a condição financeira de todos.
Fico na dúvida na hora de tentar entender esse comportamento. Será machismo?, ou burrice?, ou dependência? ou comodismo?
Muitas pessoas utilizam terceiros para justificar um certo comodismo sobre suas atitudes.
Cá pra nós, é muito mais fácil deixar de fazer qualquer coisa, porque uma outra pessoa, seja marido, ou irmã, ou filho, ou mulher, ou namorado se manifeste para impedir que se faça aquela tarefa, mesmo sabendo que será melhor para todos.
Estou me referindo a trabalho. Muitas mulheres deixam de trabalhar, deixam de receber o seu salário, porque o marido não deixa. Muitas se acomodam e se sujeitam a receber migalhas a receber seu dinheiro como fruto do seu trabalho.
É uma pena, que esses fatos ocorram mais com famílias em que haja mais necessidade que todos os membros da família trabalhem, para terem uma condição de vida digna, capaz de atender as mínimas necessidades do ser humano.
A classe média tem outro comportamento. Todos trabalham, todos ajudam nas despesas da casa, proporcionando satisfação pessoal e profissional, além da independência econômica.
Estou impressionada com a dificuldade que estou encontrando para contratar uma cuidadora de idosa para minha mãe, e, uma empregada doméstica para cobrir as férias da minha ajudante. É impressionante a minha labuta!!!!
Elas nunca podem decidir sozinhas. Precisam sempre consultar o marido, ou o periquito, ou o cachorro, ou papagaio, para poder bater o martelo e aceitar uma proposta de trabalho. O que eu não consigo conceber é o fato de que a renda da família aumentaria, melhorando em todos os sentidos a condição financeira de todos.
Fico na dúvida na hora de tentar entender esse comportamento. Será machismo?, ou burrice?, ou dependência? ou comodismo?
quinta-feira, dezembro 02, 2010
Do Andar de Baixo
Rita Helena
Como tradição, a capital do Brasil acolheu mais uma vez, a 43ª Mostra do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A Mostra ocorreu entre os dias 23 e 30 de novembro de 2010. A abertura ocorreu dia 23, na sala Vila Lobos do Teatro Nacional e o encerramento dia 30 no Cine Brasília.
Foram exibidos 102 trabalhos, entre Longas de 35mm, Curtas de 35mm e Curtas Digitais. O público brasiliense lotou as salas de exibições espalhadas por Brasília.
Dia 29 de novembro, eu, parentes e amigos, fomos assistir, na sala Martins Penna do Teatro Nacional de Brasília, a exibição do Curta Digital “Do Andar de Baixo”, 13 mm, dos diretores Luisa Campos e Otavio Chamorro, dentre outras exibições.

O filme foi rodado em Brasília, e minha filha Paula Custodio Fragale, cujo nome artístico é Paula Fradio, foi uma das figurinistas desse curta digital. O elenco foi composto por João Campos, Bárbara Macri, Maria Garcia, Marisa Castro e Roberto De Martin. Foi motivo de muito orgulho ver o nome da minha filha como figurinista nos créditos do filme.


Trata-se de uma ficção em que João, que veste camisas listradas confeccionadas pela minha filhota Paula, necessita ensaiar para uma prova de música muito importante, mas não pode contar com a compreensão dos seus vizinhos. Ai que saudades da época em que morei no bloco H, da SQN 308.
Ao final tive o prazer e o privilégio de conhecer o diretor e roteirista Otávio Chamorro, a produtora Rafaela Camelo e a assistente de fotografia Rebeca Damian. Tirei fotos e depois percebi que havia usado um vestido listrado, foi mera coincidência.
(Rebeca Damian, Rafaela Camelo e Otávio Chamorro, acenando para Paula)

(eu, Rebeca, Rafaela e Otávio)
Sabe-se que não é nada fácil fazer um filme. É uma longa estrada entre planejar, batalhar por patrocínios, seja particular, seja por programas disponibilizados pelo Governo Federal; executar e exibir a arte final. O importante é que eles conseguiram. Enfrentaram inúmeras dificuldades, mas venceram.
Acredito que a felicidade foi avassaladora pela oportunidade de participarem da 43ª Mostra do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Não ganhar prêmios não é uma derrota, mas um incentivo para encarar outras produções futuras.
Como tradição, a capital do Brasil acolheu mais uma vez, a 43ª Mostra do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A Mostra ocorreu entre os dias 23 e 30 de novembro de 2010. A abertura ocorreu dia 23, na sala Vila Lobos do Teatro Nacional e o encerramento dia 30 no Cine Brasília.
Foram exibidos 102 trabalhos, entre Longas de 35mm, Curtas de 35mm e Curtas Digitais. O público brasiliense lotou as salas de exibições espalhadas por Brasília.
Dia 29 de novembro, eu, parentes e amigos, fomos assistir, na sala Martins Penna do Teatro Nacional de Brasília, a exibição do Curta Digital “Do Andar de Baixo”, 13 mm, dos diretores Luisa Campos e Otavio Chamorro, dentre outras exibições.
O filme foi rodado em Brasília, e minha filha Paula Custodio Fragale, cujo nome artístico é Paula Fradio, foi uma das figurinistas desse curta digital. O elenco foi composto por João Campos, Bárbara Macri, Maria Garcia, Marisa Castro e Roberto De Martin. Foi motivo de muito orgulho ver o nome da minha filha como figurinista nos créditos do filme.
Trata-se de uma ficção em que João, que veste camisas listradas confeccionadas pela minha filhota Paula, necessita ensaiar para uma prova de música muito importante, mas não pode contar com a compreensão dos seus vizinhos. Ai que saudades da época em que morei no bloco H, da SQN 308.
Ao final tive o prazer e o privilégio de conhecer o diretor e roteirista Otávio Chamorro, a produtora Rafaela Camelo e a assistente de fotografia Rebeca Damian. Tirei fotos e depois percebi que havia usado um vestido listrado, foi mera coincidência.
(Rebeca Damian, Rafaela Camelo e Otávio Chamorro, acenando para Paula)
(eu, Rebeca, Rafaela e Otávio)
Sabe-se que não é nada fácil fazer um filme. É uma longa estrada entre planejar, batalhar por patrocínios, seja particular, seja por programas disponibilizados pelo Governo Federal; executar e exibir a arte final. O importante é que eles conseguiram. Enfrentaram inúmeras dificuldades, mas venceram.
Acredito que a felicidade foi avassaladora pela oportunidade de participarem da 43ª Mostra do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Não ganhar prêmios não é uma derrota, mas um incentivo para encarar outras produções futuras.
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